A fecundidade do silencio

A fecundidade do silencio
Os monges não trabalhavam nem em benefício próprio, nem mesmo pelo sucesso, mas unicamente para a glória de Deus. Seu objetivo era o de fazer reviver, na memória de seus irmãos, os acontecimentos passados de seu tempo e de sua região; de relembrar aquilo que eles haviam testemunhado ou que lhes havia sido transmitido pela tradição. Ora, graças à organização social da Idade Média, essa tradição tornara-se tão poderosa quanto durável. Os monges escreviam na intimidade da paz e da liberdade do claustro, com toda candura e sinceridade na alma.

Calmos no interior da segurança, da obediência claustral e das alegrias da santa pobreza, os monges analistas ofereciam aos cristãos o fruto fecundo de seus longos estudos, que a vida no mundo completava com conhecimentos históricos.
(Montalembert, “Les Moines d’Occident” – Vol. VI, p. 234)
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