O zero, invenção “sui-generis”

Papa Silvestre II

O zero, invenção “sui-generis”
O Ocidente latino apresenta um certo número de sábios que recolheram e propagaram as ciências matemáticas, tais como as haviam elaborado os antigos gregos e os hindus, e as haviam aperfeiçoado os árabes. Dentre eles foi célebre Gerbert.
Depois de ter aprendido em Barcelona com mestres árabes, tornou-se primeiramente professor em Remis, onde ensinou as ciências exatas. Depois tornou-se arcebispo de Remis e de Ravena, e por fim Papa sob o nome de Silvestre II. Ele compôs uma aritmética (regula de abaco computi), um tratado da divisão e uma geometria.

Atribui-se a ele uma invenção que nos parece hoje muito simples, mas que transformou o estudo dos matemáticos, proporcionando-lhes os maiores progressos: o zero. Esta cifra, que a Antiguidade clássica não conhecia, simplificou os cálculos e tornou facílimas as operações aritméticas. No século XI, o emprego do zero era já universal.

Jean Guiraud, “Histoire Partiale, Histoire Vraie“)
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